domingo, 1 de março de 2009

Cavalo de madeira

...Hoje escrevi poemas a cavalgar, mas os ventos fortes os fizeram voar...Então eu os deixei lá na rua sob a luz da lua, guardado com o segredo das estrelas que balbuciavam alguma canção diferente, uma canção nova que por vezes atraíram olhar de muita gente que ali passavam, passeavam, ou que ali morada faziam.
“Este poema fala de mim...”.
Diziam ali os que ouviam elas cantarolando assim.
E mesmo a cavalgar me sentia inclinado a contemplar teu modo diferente de dançar...
“-Não mais noites a fio a cantar, a palavrear por ali vi poetas a estar, talvez o calor os faça pensar em nada falar, pode ser que ali não mais a ansiedade deva morar“.