Que a este mande caminhar
Ao encontro, em socorro da princesa
Aprisionada nas salas escuras do castelo de papel
Levarei o candelabro para ascender...
Para dar-te a liberdade do pensar e do falar
Do ir e vir quando quiseres...
Sem que a razão tenha q recorrer
Quando para os vales mais longinquo quiseres ir...
Só ou com o sol, ou com a chuva torrencial...
Não esqueças para a viagem o pão, o cobertor, o açúcar e o sal...
A vontade de não mais voltar, os sapatos de corrida, a tua bicicleta, a ousadia,
A esteira para na areia se deitar, a vontade de a este que escreve-te abraçar.
Leve papel, óculos de sol, caneta,e protetor solar pois também faremos baile com as palavras
No litoral, não nos faltarão memórias para registrar...
O que não deves levar a esta viagem?
Separe os rancores, os medos e os dissabores deixe junto aos velhos cobertores.
A duvida, o receio do julgo alheio deixe dentro de algum cinzeiro...não tragas teus vícios de outros amores, deixe junto aos antigos certos valores...