sábado, 14 de fevereiro de 2009

A mesma calçada...

“Hoje parei na mesma esquina, onde eu podia ver a vida passar desinibida diante do meu olhar bailando, cantando, sem medo, pois ainda era cedo pra começar a pensar.
No tempo em que perdia meu tempo olhando seu portão esperando um sinal pra minha ilusão, ver teus olhos, teus pés descalços, aqui pra brincar comigo com os mesmos brinquedos, no chão, fazendo promessas de pra sempre e ignorar o que não pode pra dizer palavrão. Brincava de roda e fazia balão, era mais simples sem pretensão, me lembro de ti sentada ali na janela, olhei pra ti e fiz um poema que dizia assim:
“Sentado aqui esperando por ti, como sempre olhando o portão se talvez você sair podemos brincar de jogar pião.”