E as palavras? E as promessas pra onde foram?
Já faz tempo que as pálpebras não se cruzam nem ao menos para se chocarem atordoadas como antes...
As preces, as verdades ficaram com a crença no passado, fé, esperança, vingança....
Sóis, ventos, asas, rostos e preces novamente, medo, dores, pensamentos e perguntas? Porquês, talvez... Talvez a certeza tenha se tornado uma caixa cheia de promessas... Talvez os sábados nem doam, ou os domingos façam se valer por si só, quem sabe nesta segunda não pense no “talvez”, ou nas terças que costumavam ser como as quartas... Os bancos das praças eram os únicos cúmplices, nas quintas e nas sextas que variavam com o clima e com as chuvas. Hoje chove e a cada gota de desespero caem também as ilusões e as esperanças... Esperança ou vingança? Quem sabe amanha não seja mais um dia pensando em nada... No nada das velhas lembranças...